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Jardim do Éden
Segundo a mitologia bíblica, o jardim no qual vieram o primeiro homem e a primeira mulher depois de serem criados, e do qual foram expulsos após provarem o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.

Cabala

Cabala um dos elementos centrais do ocultismo ocidental, a cabala começou como movimento místico nas comunidades judaicas da Espanha e do sul da França. Adotada inicialmente por místicos cristãos, depois por magos herméticos e enfim por quase todos os ramos do ocultismo ocidental, tornou-se filosofia esotérica dominante do Ocidente durante vários séculos, mantendo sempre seu papel central nas crenças e práticas místicas judaicas. Ainda são muito usadas as versões judaicas, cristã, hermética e pagã da cabala.
A palavra Cabala é a transliteração em alfabeto latino para a palavra hebraica QBLH, "tradição", no sentido de tradição não escrita.
Outras transliterações incluem Kabbalah "Cabalá". Qabalah e Kabala. Recentemente , alguns autores têm tentando distinguir essas expressões, usando Kabbalah oara a versão judaica original da tradição, cabala para a versão cristã e Qabalah para a versão hermética. Outros ignoram essas variações, e os limites entre os diferentes aspectos da cabala raramente foram tão rígidos a ponto de merecer divisões tão rigorosas. Cabala, a mas antiga e comum grafia da palavra, é adotada nesta obra para trator de todos os ramos dessa tradição.
A Lenda do Santo Graal (Conto Medieval e Bretão Sugerido)
O Rei Artur preencheu sua Távola Redonda com os melhores cavaleiros de todo o mundo. Mas, por muitos anos, um lugar permanecia desocupado. Ninguém podia sentar ali e continuar vivendo, quando um cavaleiro viesse reivindicar o Trono Perigoso, os dias da Távola Redonda estariam se aproximando do seu fim. Um dia um cavaleiro apareceu na corte, de armadura vermelha e sem armas. Ele saudou o Rei Artur, caminhou direto para o Trono Perigoso e sentou-se. Os cavaleiros olharam espantados. Mas atrás do jovem cavaleiro apareceu em letras douradas: "Galahad, o Grande Príncipe". - Bem-vindo, disse o Rei Artur. - Por favor, diga-nos quem é você.
Quem eram os Druidas?
O que melhor se pode dizer é que os druidas foram membros de uma elevada estirpe de Celtas que ocupavam o lugar de juizes, doutores, sacerdotes, adivinhos, magos, médicos, astrônomos, etc. mas que evidentemente não constituíam um grupo étnico dentro do mundo Celta. Eram grandes conhecedores da ciência dos cristais.
As mulheres célticas gozavam de mais liberdades e direitos do que as de outras culturas contemporâneas, incluindo-se, até mesmo, o direito de participarem de batalhas, e de solicitarem divórcio. Neste contexto havia mulheres druidas. Na cultura druidica, portanto, a mulher tinha um papel preponderante pois era visa como a imagem da Deusa.
No contexto religioso os Druidas eram sacerdotes e sacerdotisas dedicados ao aspecto feminino da divindade, a Deusa Mãe. Embora cultuassem a Deusa Mãe mesmo assim admitiam que todos os aspectos expressos a respeito da Divindade eram ainda percepções imperfeitas do Divino. Assim, todos os deuses e deusas do mundo nada mais eram do que aspectos de um só Ser Supremo - qualquer que fosse a sua denominação visto sob a ótica humana.
Exorcismo
Em muitas culturas antigas como a babilônica e judaica, algumas doenças e catástrofes naturais eram atribuídas aos espíritos malignos, desta forma, para livrar as pessoas destes males que as afligiam era utilizado o exorcismo, que nada mais é, de acordo com a enciclopédia católica: “ato de expulsar, ou repelir, os demônios ou espíritos do mal de pessoas, lugares ou coisas, que acredita-se estarem possuídas ou infestadas por eles, ou propensos a se tornarem vítimas ou instrumentos de sua malignidade".
Há vários tipos de exorcismo na Igreja Católica:
Há vários tipos de exorcismo na Igreja Católica:
- Exorcismo batismal - abençoar uma criança antes do batismo para purificá-la do mal, resultado do pecado original;
- Exorcismo simples - abençoar um lugar ou objeto para livrá-lo da influência do mal;
- Exorcismo real - realizar o Ritual do Exorcismo para livrar um ser humano da possessão diabólica.
- Possessão
O Cubo de Metraton
No judaísmo místico, especialmente na Kabbalah, Metraton (por vezes conhecido como "Metatron") é o anjo supremo, mais poderoso até mesmo do que Miguel. Seu nome significa "Mais Próximo do Trono", conhecido como o "Príncipe do Rosto Divino", o "Anjo do Pacto", o "Rei dos Anjos" e o "Anjo da Morte", devido a sua a pesada responsabilidade de ser encarregado da "sustentação da existência do mundo". A etimologia da palavra "Metraton" é muito incerta. Dentre as várias hipóteses que têm sido propostas a esse respeito, uma das mais interessantes é a que a faz derivar do Caldaico "mitra", que significa "chuva". Pela raiz da palavra "mitra", mantém também certa relação com a "luz". A propósito, assinalemos que a doutrina hebraica fala de um "orvalho de luz" emanado da "Árvore da Vida" pelo qual se deve operar a ressurreição dos mortos, bem como de uma "efusão de orvalho" que representa a influência celeste a comunicar-se a todos os mundos. Tudo isso lembra singularmente o simbolismo alquímico e o Rosacruciano. Sendo assim, é possível que se creia que a semelhança com o deus "Mitra" citado no Hinduismo e no Zoroastrismo constitua uma um empréstimo do Judaísmo a doutrinas estrangeiras. É possível também ressaltar o papel atribuído à chuva em quase todas as tradições, enquanto símbolo da descida das "influências espirituais" do Céu sobre a Terra.
Mistérios da Bíblia - A Arca da Aliança
A Arca da Aliança é um recipiente descrito na Bíblia como contendo as tábuas de pedra sobre a qual estavam escritos os Dez Mandamentos, bem como a vara de Arão e o maná. A Arca foi mantida em Jerusalém até que os babilônios saquearam e destruíram o templo. A partir de então, a Arca passou a ser considerada lenda e desapareceu para sempre. Uma teoria sobre o onde a Arca pode estar escondida é que ela foi ocultada pelos sacerdotes sob o Monte do Templo. Escavações modernas perto do Monte do Templo em Jerusalém descobriram túneis, mas as escavações neste local são muito restringidas. Um dos mais importantes santuários islâmicos, o Domo da Rocha, encontra-se no local aonde é cogitado que o Primeiro Templo de Salomão tenha estado de pé. Segundo a Bíblia, o rei Salomão, ao construir o templo, tinha a Arca da Aliança colocada sobre uma plataforma que poderia ser baixada a um sistema de túneis, isso o tornaria uma localização plausível para esconder a Arca da Aliança.
Cruz de TAU
O TAU é uma cruz com a forma da letra grega TAU (T). Além de ser um símbolo Bíblico é a última letra do alfabeto hebraico e a 19ª do grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao "T" em Português.
Na bíblia o profeta Ezequiel ouviu Deus:
Na Bíblia o "Tau" foi utilizado pelo profeta Ezequiel: "E a glória de Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, e passou para a entrada da casa e clamou ao homem vestido de linho branco, que trazia o tinteiro de escrivão à sua cintura. E disse-lhe o Senhor: passa pelo centro de Jerusalém e marca com um T as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem na cidade". (Ez 9-3,4)
Na bíblia o profeta Ezequiel ouviu Deus:
Na Bíblia o "Tau" foi utilizado pelo profeta Ezequiel: "E a glória de Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, e passou para a entrada da casa e clamou ao homem vestido de linho branco, que trazia o tinteiro de escrivão à sua cintura. E disse-lhe o Senhor: passa pelo centro de Jerusalém e marca com um T as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem na cidade". (Ez 9-3,4)
A Lança do Destino
"Um
soldado tomou uma lança e furou-lhe o lado, e saiu sangue e água.
Novamente Jesus clamou com alta voz e entregou seu fôlego. E eis que a
cortina do Santuário rasgou-se em dois, do alto a baixo, e a terra
tremeu, e as rochas se fenderam"
(Mateus - Cap. 27, Vs. 49/51)
Impiedosamente, o centurião romano cujo nome era Gaius Cassius Longinus, capitão da guarda do templo, cravou a sua lança no peito de Jesus. O sangue e a água que verteram do ferimento espirraram nos seus olhos - que eram virtualmente cegos devido às cataratas que lhe tolhiam quase que completamente a visão. Como um milagre, Longinus limpou os olhos e imediatamente recuperou totalmente a faculdade da visão! Sabe-se que, mais tarde, o centurião, profundamente arrependido do seu ato insano e cruel, converteu-se ao Cristianismo.
(Mateus - Cap. 27, Vs. 49/51)
Impiedosamente, o centurião romano cujo nome era Gaius Cassius Longinus, capitão da guarda do templo, cravou a sua lança no peito de Jesus. O sangue e a água que verteram do ferimento espirraram nos seus olhos - que eram virtualmente cegos devido às cataratas que lhe tolhiam quase que completamente a visão. Como um milagre, Longinus limpou os olhos e imediatamente recuperou totalmente a faculdade da visão! Sabe-se que, mais tarde, o centurião, profundamente arrependido do seu ato insano e cruel, converteu-se ao Cristianismo.




























