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Qoph

16:48


(hebraico QVP, "nuca") Décima nona letra do alfabeto hebraico, Qoph é uma das letras simples, com um valor sonoro que não tem equivalente na língua inglesa - como um k feito com a parte posterior da garganta - e valor numérico 100. Seu simbolismo tradicional é o seguinte.

Caminho da Árvore da Vida: Caminho 29, de Netzach a Malkuth.

Correspondência astrológica: Peixes.

Correspondência no tarô: Arcano XVIII, A Lua.

Parte do Cubo do Espaço: Aresta sul inferior.

Runa - Laguz

11:15


Laguz. (germânico antigo, "água") Vigésima primeira runa do futhark antigo. Associada com a divindade Nerthus, ou Njord, com a água, com as marés e com a bruxaria. Representa o som I.

No futhorc anglo-saxão,a mesma runa é chamada de Lagu (inglês antigo, "água", "lago") e também ocupa a vigésima primeira posição. O poema rúnico em inglês antigo relaciona-a com o alto-mar e suas terríveis ondas.

No futhark recente, a mesma runa ocupa a décima quinta posição e é chamada Logor (norueguês antigo, "água", "mar", "queda d´água"). Representa a água, a força vital e a intuição.

No sistema rúnico Armanen, finalmente, e essa runa é a décima quarta, e tem o nome Laf, que significa "Lei"; suas correspondências incluem o deus Lodhurr, a mãe e o poder de nomear todos os deuses e elfos, como descrito no poema rúnico "Havamal".

Ka - Runa

13:07
Ka (runa Armanen) sexta runa do sistema rúnico Armanem idealizado por Guido von List, significa "virgem", e corresponde à deusa Skadi, ao signo zodiacal de Virgem e ao poder de reverter um feitiço e lança-lo de volta a quem o enviou, como descrito no poema rúnico "Havamal".

Hagall - Runa

12:56


Hagall (norueguês antigo, "granizo") Sétima runa do futhark recente, que representa o granizo, "o mais frio dos grãos", e o conceito de perigo e crise. Seu valor sonoro é h.

A mesma runa, como o nome de Hagal, é a sétima runa do sistema rúnico armanen. Seu significado é a instropecção, e está associada ao deus Baldur, ao pai de família, ao signo zodiacal de Libra e ao poder, segundo o poema rúnico "Havamal", de deter chamas quentes.

Daleth

16:18


Daleth (hebraico DLTh, "porta") A quarta letra do alfabeto hebraico, uma letra dupla com o sons d e dh. Seu valor numérico é 4. Suas correspondências comuns são:

Caminho da Árvore da Vida: Caminho 14. de Chokmah a Binah.

Correspondência astrológica. Vênus.

Correspondência no tarô. Arcano III, A Imperatriz.

Parte do Cubo do Espaço: Face leste.

Cores: Em Atziluth, verde-esmeralda.

           em Briah, azul-celeste.
           em Yetzirah, verde-primavera claro.
           em Assiah, rosa ou cereja brilhante, rajado de verde claro.

Caduceu

16:09


Simbolo e ferramenta tradicional do deus grego Hermes, um bastão alado com duas serpentes enroscadas em torno dele. O caduceu tem sido usado de diversas maneiras no simbolismo mágico hermético. Na Ordem Hermética da Aurora Dourada, era mapeado dentro da Árvore da Vida cabalística, e suas partes superior, intermediária e inferior também estavam relacionadas com as letras-mãe hebraicas Shin, Aleph e Mem respectivamente.

Hagalaz - Runa

01:59


Hagalaz (germânico antigo, "granizo") Nona runa do futhark antigo, corresponde ao granizo e a conceitos como perigo e desagragação. Corresponde ao som h.

Dagaz - Runa

01:44


Dagaz (germânico antigo, "dia") A vigésima terceira (ou vigésima quarta) runa do futhark antigo, correspondendo a conceitos como dia, luz, mudança e início e término de ciclos.

Corresponde ao som d. No futhorc anglo-saxão, esta runa é chamada Daeg (que também significa "dia"); é a vigésima quarta runa e tem o mesmo simbolismo e som.

Haegl

02:47


Haegl (Inglês antigo, "granizo") Nonna runa do futhore ango-saxão. O poema rúnico em inglês antigo relaciona-a como granizo como "o mais alvo dos grãos".

Eadha

02:42
Eadha (Irlandês antigo, "incerto") Décima nona letra do alfabeto Ogham, com valor sonoro E.


IAO

01:33
Uma das importantes palavras de poder da Gnose, provavelmente IAO deriva do Tetragrammaton, o mais importante nome judaico de Deus. Aparece pela primeira vez nos textos mágicos por volta do início da Era Comum, e pode ser encontrada em muitos papiros mágicos greco-egípcios. Aparentemente, deixou de ser usada com o diclinio do gnosticismo e a ascensão de magia cristã mais ortodoxa após a queda do Império Romano.

Foi redescoberta porém, pelos primeiros pesquisadores do gnosticismo nos séculos XVIII e XIX, e incorporada pelos fundadores da Ordem Hermética da Aurora Dourada em sua síntese mágica. Na Golden Dawn, as três letras eram atribuídas às divindades Ísis, Apópis e Osíris, e o nome expandido dessa forma tem um papel determinante no ritual da Golden Dawn.


Cruz de Caravaca

10:41
Caravaca é uma antiga cidade do interior da Espanha. Conta a lenda que o Príncipe Mouro Ibn-Hud conhecido por Muhammad ben Yaquib (os mouros dominavam a região na época) desejava conhecer a fé cristã. Quando soube que um de seus prisioneiros era o pároco Gines Perez Chirinos, ordenou-lhe que celebrasse uma missa. Seus servos limparam uma sala do castelo de Alcázar e montaram um altar de acordo com a lista e especificações do sacerdote preso. No dia escolhido para a celebração estavam presentes não só o príncipe mulçumano, mais toda a sua família, seus servos e alguns soldados. Logo de início Perez Chirinos sentiu falta da cruz, por seu esquecimento ela não foi colocada na lista. Apreensivo, teve que explicar a todos que não poderia continuar o rito. Ibn-Hud ficou muito decepcionado e frustrado. Diante desta situação um milagre aconteceu: surgiram pela janela dois anjos que trouxeram uma cruz até o altar. O Principe Ibn-Hud, sua família e todos os mulçumanos que estavam no local se converteram ao cristianismo. O pároco e os prisioneiros foram libertados. A Santa Cruz apareceu no Castelo Alcázar de Caravaca em 3 de maio de 1232, desde então as sucessões de inúmeros milagres fizeram a devoção a Cruz de Caravaca conquistar fiéis no mundo inteiro.

Simbolo - Oroboro

14:30
Oroboro: palavra grega significando, literalmente, "morder a cauda". É um símbolo antiquíssimo, figurado por uma Serpente mordendo a Cauda.
"O símbolo do círculo, formado pela serpente com a cauda na boca, é o da eternidade, o do universo sem principio nem fim, completo, sapiente."

Oroboro, do simbolismo alquímico, presente milenarmente em diversas culturas, é a da cobra (ou dragão) que morde a própria cauda e opera, num movimento circular e contínuo, todo o processo dinâmico e transformador da vida.
“Meu fim é meu começo”, diz a serpente nesse ato mágico de devorar-se e cuspir-se, a representar a unidade indiferenciada da vida e seu caráter divino implícito na perfeição do círculo.

A Cruz Celta

16:44
Este símbolo é uma derivação da Cruz Solar e aparece por toda a Europa desde o terceiro milénio a.C. (Idade do Bronze), tendo sido utilizado sobretudo pelos povos Celtas (Celtiberos, Gauleses e Gaélicos) mas também pelos povos nórdicos. Também é chamada "Cruz de Iona", "Cruz de Odin" e "Roda de Taranis", sendo estes dois últimos nomes derivados da sua versão mais antiga, a já mencionada Cruz Solar.


O Tetragrama

21:57
Por que o nome de Deus é sempre escrito com quatro letras, não importa o idioma? Seria mais um mistério inexplicável?
A palavra "DEUS" oferece uma particularidade, se não for algo SOBRENATURAL é  pelo menos algo muito curioso: Podemos escrever DEUS com 4 letras na maioria dos idiomas conhecidos. À tempos que, Filósofos, Magos e até mesmo autoridades eclesiásticas se impressionam com esta estranha coincidência.

O Místico Cristão Jacob Boehme da Ordem do Amanhecer, estudante da Cabala e influenciado por astrólogos Judeus e magos ocidentais, foi um dos divulgadores deste estranho fenômeno. Ele usava uma cabala na forma de Árvore da Vida, chamada ; "Os Setenta e Dois Nomes de Deus"..." todos eles com 4 letras". Ela chegou a ser publicada na obra de Athanasius Kircher, Oedipus Aegypticus, edição do ano de 1652 .


Cruz de TAU

10:36
O TAU é uma cruz com a forma da letra grega TAU (T). Além de ser um símbolo Bíblico é a última letra do alfabeto hebraico e a 19ª do grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao "T" em Português.

Na bíblia o profeta Ezequiel ouviu Deus:

Na Bíblia o "Tau" foi utilizado pelo profeta Ezequiel: "E a glória de Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, e passou para a entrada da casa e clamou ao homem vestido de linho branco, que trazia o tinteiro de escrivão à sua cintura. E disse-lhe o Senhor: passa pelo centro de Jerusalém e marca com um T as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem na cidade". (Ez 9-3,4)